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Defesa de Lulinha contesta inquérito sobre tráfico de influência

Advogados de Fábio Luís Lula da Silva classificam investigação autorizada pelo STF como uma busca sem provas por indícios de crimes.

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Foto: InfoMoney
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31/07 às 09:45

Pontos principais

  • O ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura de inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva.
  • A investigação apura suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo o setor de cannabis medicinal.
  • O caso investiga suposto favorecimento ao lobista Antonio Carlos Camilo Antunes junto ao Ministério da Saúde.
  • A defesa alega que a apuração configura uma 'fishing expedition' por falta de indícios concretos de irregularidades.

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, contestou a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a abertura de um novo inquérito contra o empresário. A investigação busca apurar possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção relacionados a tratativas no Ministério da Saúde para o setor de cannabis medicinal, envolvendo o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes. O inquérito teve origem em elementos colhidos durante a Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa, classificou a medida como uma 'fishing expedition', argumentando que diligências anteriores e quebras de sigilo não apontaram qualquer irregularidade cometida por Lulinha, reforçando a tese de que a investigação carece de provas concretas para prosseguir.

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