Presidente de Cuba classifica sanções de Trump como genocídio político
Miguel Díaz-Canel criticou o embargo petrolífero e as sanções dos EUA durante as celebrações do 73º aniversário da Revolução Cubana.
Pontos principais
- O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, utilizou o termo 'genocídio político' para descrever a atual política de sanções do governo Trump.
- O discurso foi realizado durante as comemorações do 73º aniversário da ofensiva de Fidel Castro contra o regime de Fulgencio Batista.
- Havana rebateu acusações do Departamento de Estado americano sobre suposta infiltração e apoio ao terrorismo.
- Cuba enfrenta uma crise econômica severa, agravada pela escassez de combustível, apagões frequentes e paralisação do transporte público.
Durante as celebrações do 73º aniversário da Revolução Cubana, o presidente Miguel Díaz-Canel condenou o endurecimento das sanções e o embargo petrolífero impostos pelo governo de Donald Trump. O mandatário classificou as medidas como um 'genocídio político' e afirmou que as acusações do Departamento de Estado dos EUA, que apontam suposta infiltração e apoio ao terrorismo por parte da ilha, servem apenas como justificativa para problemas internos causados pela política externa americana. O pronunciamento ocorre em um momento de instabilidade econômica, com o país sofrendo com a falta de combustível, apagões nacionais e a saída de empresas estrangeiras dos setores de turismo e financeiro. Díaz-Canel reiterou o pedido pelo fim do bloqueio econômico e agradeceu o suporte de organizações internacionais que têm enviado ajuda humanitária para mitigar os efeitos da crise.
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