Díaz-Canel classifica sanções dos EUA como genocídio político
Presidente cubano criticou o embargo petrolífero e as sanções impostas pelo governo Trump durante as celebrações do aniversário da revolução.
Pontos principais
- Miguel Díaz-Canel condenou o endurecimento das sanções e o embargo petrolífero dos EUA contra Cuba.
- O governo cubano negou acusações americanas sobre suposto apoio ao terrorismo.
- Cuba atravessa sua crise econômica mais severa em décadas, com apagões e escassez de combustível.
- Empresas internacionais dos setores de turismo e financeiro estão deixando o mercado cubano.
Durante as comemorações do 73º aniversário da primeira ofensiva de Fidel Castro, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel classificou as sanções e o embargo petrolífero impostos pelo governo de Donald Trump como um 'genocídio político'. O discurso ocorre em um momento de extrema fragilidade para a ilha, que enfrenta sua pior crise econômica em décadas, caracterizada por apagões frequentes, escassez de combustíveis e uma paralisia generalizada no sistema de transporte público. Em resposta, o governo cubano refutou as alegações do Departamento de Estado dos EUA, que aponta suposta infiltração e apoio ao terrorismo por parte de Havana. A instabilidade econômica tem provocado a saída de diversas empresas internacionais dos setores de turismo e financeiro, agravando o isolamento do país e pressionando ainda mais a gestão de Díaz-Canel diante do cenário geopolítico atual.
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