Robôs-cobra auxiliam em buscas após terremotos na Venezuela
Equipes da Carnegie Mellon utilizaram tecnologia robótica para explorar escombros após terremotos que deixaram mais de 5 mil mortos no país.
Pontos principais
- Terremotos de magnitude 7.2 e 7.5 atingiram a Venezuela em junho de 2026.
- Robôs-cobra acessaram áreas estreitas inacessíveis a equipes de resgate tradicionais.
- A tragédia causou danos estimados em US$ 19,6 bilhões, com reconstrução prevista em US$ 50 bilhões.
- A missão foi viabilizada por uma iniciativa privada liderada por Beatriz Gonzalez.
Após os terremotos de magnitude 7.2 e 7.5 que devastaram a Venezuela em junho de 2026, pesquisadores do Laboratório de Biorrobótica da Universidade Carnegie Mellon foram mobilizados para auxiliar nas operações de busca. A tecnologia de robôs-cobra, projetada para navegar em espaços confinados e escombros instáveis, foi utilizada para verificar locais onde sensores convencionais apresentaram resultados inconclusivos. Embora a operação não tenha localizado sobreviventes, o uso da robótica marcou um avanço na resposta a desastres em cenários de difícil acesso.
O desastre deixou um saldo superior a 5 mil mortos e danos materiais avaliados em US$ 19,6 bilhões. O Banco Mundial projeta que o custo total para a reconstrução do país pode alcançar US$ 50 bilhões. A operação ocorreu em um contexto político sensível, marcado pela influência dos Estados Unidos sobre as receitas petrolíferas venezuelanas desde a captura de Nicolás Maduro.
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