Especialistas descartam saída de empresas de games devido ao PL dos Games Vivos
Analistas afirmam que o PL 3.612/2026 não deve provocar a saída de grandes publishers do Brasil, destacando a importância estratégica do mercado local.
Pontos principais
- O PL 3.612/2026 visa garantir a preservação de jogos e maior transparência no encerramento de serviços online.
- Especialistas consideram infundadas as especulações sobre a saída de grandes empresas do país devido à nova regulação.
- O projeto é comparado à 'Lei Felca', que exigiu adaptações técnicas sem interromper operações no mercado brasileiro.
- As exigências do texto são vistas como compatíveis com o Código de Defesa do Consumidor e tecnicamente viáveis.
- A proposta ainda passará por tramitação no Congresso Nacional, onde poderá sofrer ajustes antes de uma possível sanção.
Especialistas do setor de tecnologia e entretenimento descartam a possibilidade de grandes empresas de games abandonarem o mercado brasileiro em resposta ao PL 3.612/2026, conhecido como 'PL dos Games Vivos'. O projeto propõe novas diretrizes para a preservação de jogos e exige maior transparência das publishers no encerramento de serviços online. Segundo analistas, o tamanho e a relevância do mercado consumidor brasileiro tornam improvável uma debandada das companhias, que historicamente se adaptam a regulamentações locais em mercados estratégicos. O texto é comparado à 'Lei Felca', que impôs exigências técnicas sem causar a interrupção das operações no país. Atualmente, a proposta segue em tramitação no Congresso Nacional, onde deve passar por debates e possíveis ajustes antes de seguir para uma eventual sanção presidencial, mantendo o diálogo com as normas já estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
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