EUA anunciam hoje novas tarifas de até 12,5% sobre importações
O governo Trump oficializa nesta quinta-feira novas alíquotas tarifárias, que substituirão as taxas globais de 10% que vencem amanhã, intensificando a política comercial protecionista.
Pontos principais
- O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, fará o anúncio oficial ainda hoje, conforme confirmado pela Casa Branca.
- As novas tarifas, entre 10% e 12,5%, baseiam-se na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
- A medida é justificada pelo governo americano por investigações sobre trabalho forçado e faz parte da agenda econômica da gestão Trump.
- Cerca de 60 economias, incluindo Brasil, China e União Europeia, serão impactadas pela decisão.
- A implementação ocorre pouco antes da expiração de uma tarifa global de 10% que estava em vigor.
- A decisão sinaliza uma intensificação da política comercial protecionista da administração Trump em escala global.
O governo do presidente Donald Trump oficializa nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026, a aplicação de novas tarifas de importação, com alíquotas que podem chegar a 12,5%. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que o anúncio será conduzido pelo representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. A medida ocorre na véspera do vencimento das taxas globais de 10% atualmente em vigor, marcando uma transição na estratégia comercial da administração americana e sinalizando uma intensificação de sua agenda protecionista.
A nova política utiliza a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 como base jurídica para justificar as barreiras, citando investigações sobre trabalho forçado em cerca de 60 países, incluindo o Brasil e membros da União Europeia. A decisão impacta diretamente as relações comerciais internacionais dos Estados Unidos, gerando apreensão no mercado global, que monitora um possível hiato entre o fim das taxas emergenciais anteriores e a implementação das novas medidas. Enquanto parceiros comerciais pedem a manutenção dos acordos vigentes e o respeito ao teto tarifário, o governo americano mantém o foco na revisão de sua política tarifária global.
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