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Abimaq pede crédito e rejeita retaliação aos EUA após novas tarifas

Entidade industrial busca apoio governamental para mitigar impactos das tarifas americanas, descartando medidas de retaliação comercial.

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Foto: Times Brasil
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21/07 às 16:45 · atualizado 19:03

Pontos principais

  • A Abimaq defende a continuidade de negociações diplomáticas em vez de retaliações tarifárias contra os EUA.
  • O setor solicita o fortalecimento do programa Reintegra e a prorrogação de atos de drawback.
  • Indústrias pedem redução de juros e flexibilização de critérios no programa Brasil Soberano.
  • Representantes do governo federal dialogam com setores afetados para avaliar danos à competitividade nacional.

Representantes do governo federal iniciaram uma série de reuniões com setores industriais brasileiros para discutir os impactos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump. Em meio ao cenário de tensão, a Abimaq posicionou-se formalmente contra qualquer retaliação tarifária, priorizando a manutenção do diálogo diplomático. A entidade apresentou ao governo uma pauta de reivindicações focada na preservação da competitividade, que inclui o fortalecimento do programa Reintegra e a prorrogação de atos concessórios de drawback. Além disso, o setor industrial pleiteia condições mais favoráveis de crédito, sugerindo a redução de juros e a flexibilização das exigências de manutenção de empregos no programa Brasil Soberano. O governo avalia as propostas para desenhar estratégias de resposta que minimizem os efeitos negativos sobre a economia nacional.

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