Abimaq pede crédito e rejeita retaliação aos EUA após novas tarifas
Entidade industrial busca apoio governamental para mitigar impactos das tarifas americanas, descartando medidas de retaliação comercial.
Pontos principais
- A Abimaq defende a continuidade de negociações diplomáticas em vez de retaliações tarifárias contra os EUA.
- O setor solicita o fortalecimento do programa Reintegra e a prorrogação de atos de drawback.
- Indústrias pedem redução de juros e flexibilização de critérios no programa Brasil Soberano.
- Representantes do governo federal dialogam com setores afetados para avaliar danos à competitividade nacional.
Representantes do governo federal iniciaram uma série de reuniões com setores industriais brasileiros para discutir os impactos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos sob a gestão de Donald Trump. Em meio ao cenário de tensão, a Abimaq posicionou-se formalmente contra qualquer retaliação tarifária, priorizando a manutenção do diálogo diplomático. A entidade apresentou ao governo uma pauta de reivindicações focada na preservação da competitividade, que inclui o fortalecimento do programa Reintegra e a prorrogação de atos concessórios de drawback. Além disso, o setor industrial pleiteia condições mais favoráveis de crédito, sugerindo a redução de juros e a flexibilização das exigências de manutenção de empregos no programa Brasil Soberano. O governo avalia as propostas para desenhar estratégias de resposta que minimizem os efeitos negativos sobre a economia nacional.
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