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Casa Branca defende interferência de Trump em arbitragem da Copa

Representante do governo afirma que o presidente tinha o dever de questionar decisões controversas da arbitragem durante a Copa do Mundo de 2026.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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14/07 às 10:32

Pontos principais

  • Andrew Giuliani declarou que Donald Trump manteve contato frequente com o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
  • O governo dos EUA justificou a pressão presidencial sobre a reversão de uma expulsão aplicada pelo árbitro Raphael Claus.
  • A Casa Branca sustenta que a intervenção de Trump faz parte de seu dever como chefe de Estado em eventos sediados no país.
  • A declaração evidencia a proximidade entre a administração Trump e a gestão da Fifa durante o torneio.

O governo dos Estados Unidos defendeu publicamente a postura do presidente Donald Trump em relação a decisões de arbitragem ocorridas durante a Copa do Mundo de 2026. Segundo Andrew Giuliani, representante da Casa Branca, o mandatário manteve diálogos constantes com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para questionar lances considerados controversos, incluindo a reversão de uma expulsão decidida pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. A administração argumenta que a interferência era um dever do presidente, dado o papel do país como sede do torneio. O episódio reforça a estreita relação entre a gestão Trump e a cúpula da Fifa, levantando debates sobre os limites da influência política em competições esportivas internacionais realizadas em solo americano.

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