Patrocínio da Fifa com ExpressVPN gera críticas de ligas europeias
Ligas de futebol contestam parceria da Fifa com a ExpressVPN, alegando que o serviço de rede privada facilita a pirataria de transmissões esportivas.
Pontos principais
- A Fifa firmou contrato de patrocínio com a ExpressVPN para a Copa do Mundo de 2026.
- Entidades como La Liga e a liga francesa criticam o acordo por facilitar o acesso ilegal a conteúdos restritos geograficamente.
- Javier Tebas, presidente da La Liga, enviou carta a Gianni Infantino questionando a legitimidade da parceria.
- A Associação para a Proteção dos Programas Desportivos acusa a empresa de descumprir ordens judiciais de bloqueio na França.
- A Fifa defende o contrato, afirmando que realizou uma revisão rigorosa e incluiu salvaguardas contratuais.
O recente contrato de patrocínio firmado entre a Fifa e a ExpressVPN para a Copa do Mundo de 2026 provocou uma onda de críticas por parte de importantes ligas de futebol europeias. Entidades como a La Liga e a liga francesa argumentam que a natureza do serviço de VPN, que permite mascarar a localização do usuário, facilita a pirataria de transmissões esportivas protegidas por direitos autorais. O presidente da La Liga, Javier Tebas, formalizou seu descontentamento em uma carta enviada ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, classificando a parceria como incompatível com a proteção dos direitos audiovisuais do esporte.
Em resposta, a Fifa declarou que o acordo passou por um processo de verificação minucioso e que salvaguardas foram incluídas para proteger os detentores de direitos. Por sua vez, a ExpressVPN nega as acusações, sustentando que seu serviço possui usos legítimos e que não foi condenada por facilitar a pirataria em nenhuma jurisdição.
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