Governo prepara abertura do mercado livre de energia para consumidores
Decreto permitirá que pequenos comércios e residências escolham seus fornecedores de energia a partir de 2027 para aumentar a concorrência no setor.
Pontos principais
- Pequenos comércios e indústrias poderão migrar para o mercado livre em 25 de novembro de 2027.
- Consumidores residenciais terão acesso à escolha de fornecedor a partir de 25 de novembro de 2028.
- A medida visa permitir a seleção por preço ou fonte de energia, estimulando a competitividade.
- O decreto estabelece a figura do supridor de última instância para assegurar a continuidade do serviço.
O governo brasileiro, por meio do Ministério de Minas e Energia, submeteu à Casa Civil uma minuta de decreto que visa ampliar o mercado livre de energia no país. A proposta prevê a abertura gradual do setor para consumidores de baixa tensão, permitindo que pequenos comércios e indústrias escolham seus fornecedores a partir de novembro de 2027, seguidos pelos consumidores residenciais em 2028. O objetivo central da iniciativa é fomentar a concorrência, oferecendo aos usuários a possibilidade de optar por tarifas mais vantajosas ou fontes de energia específicas. Para mitigar riscos, o texto introduz a figura do supridor de última instância, garantindo que o fornecimento de eletricidade não seja interrompido em eventuais falhas contratuais. A medida representa uma mudança significativa na estrutura do setor elétrico nacional, descentralizando a contratação e conferindo maior autonomia ao consumidor final.
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