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Romeu Zema defende maior presença feminina na política e critica gestão Lula

Pré-candidato à Presidência, Romeu Zema associou mulheres ao combate à corrupção e criticou a política externa do governo Lula frente aos EUA.

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Foto: G1 Política
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07/07 às 13:32 · atualizado 16:33

Pontos principais

  • Zema associou a maior participação feminina na política à redução da corrupção e citou o caso Banco Master como exemplo.
  • O pré-candidato afirmou que a direita perdeu ao não lançar Tarcísio de Freitas à Presidência, mas defendeu a pluralidade de nomes no primeiro turno.
  • O governador de Minas Gerais atribuiu a ameaça de tarifas comerciais dos EUA à falta de habilidade diplomática do governo Lula.
  • Zema reiterou que, em um eventual segundo turno, o campo da direita se unirá em torno do candidato que avançar na disputa.

Em eventos recentes, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, delineou diretrizes de sua plataforma e posicionamentos políticos. Ao defender uma maior participação feminina na esfera pública, Zema associou a presença de mulheres a uma gestão mais ética e ao combate à corrupção, utilizando como referência a ausência de figuras femininas em investigações financeiras recentes, como o caso Banco Master. O político também reforçou pautas de proteção à mulher e defendeu políticas públicas diferenciadas, como regras específicas para o Bolsa Família, considerando as atribuições domésticas históricas. No campo eleitoral, Zema avaliou que a direita se fortalece com múltiplos nomes no primeiro turno e afirmou que Tarcísio de Freitas seria uma candidatura viável, admitindo que o campo político perdeu ao não priorizar o governador de São Paulo na sucessão presidencial. O pré-candidato garantiu que, independentemente de quem avance para o segundo turno, haverá união entre os nomes da direita. Paralelamente, Zema criticou a condução da política externa pelo governo do presidente Donald Trump e a gestão de Lula, responsabilizando o atual governo brasileiro pela ameaça de tarifas comerciais de 25% impostas pelos Estados Unidos. Segundo o governador, a proximidade do Brasil com países antiamericanos e a falta de habilidade diplomática teriam agravado a crise comercial, exigindo uma solução urgente para proteger os produtos brasileiros no mercado externo.

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