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Romeu Zema critica gestão de Lula e defende reformas no STF

Pré-candidato à presidência, Zema atacou a política externa de Lula e propôs reformas no Judiciário durante evento da CNC em Brasília.

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Foto: G1 Política
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08/07 às 13:32 · atualizado 17:03

Pontos principais

  • Romeu Zema defendeu a implementação de idade mínima para ministros do STF e o fim de decisões monocráticas.
  • O pré-candidato atribuiu a imposição de tarifas americanas sobre produtos brasileiros a falhas na diplomacia de Lula.
  • Zema criticou a relação de autoridades com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e prometeu choques de gestão em ética e gastos públicos.
  • O político afirmou não ter sido convidado para o evento sobre tarifas realizado nos EUA com a presença de Flávio Bolsonaro.

Durante o evento Agenda dos Presidenciáveis 2026, organizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) em Brasília, o pré-candidato à presidência Romeu Zema apresentou uma plataforma crítica à atual gestão federal. Zema defendeu reformas estruturais no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo a fixação de idade mínima para o exercício do cargo de ministro e a limitação de decisões monocráticas. Além disso, o político prometeu aplicar três eixos de gestão caso eleito: moral e ética, segurança pública e controle rigoroso de despesas, argumentando que o país necessita de representantes sem vínculos com interesses privados. O evento contou também com a participação de Ronaldo Caiado, outro nome cotado para a disputa ao Planalto. No campo da política externa, Zema responsabilizou o presidente Donald Trump e o governo Lula pelo cenário de tarifas impostas aos produtos brasileiros. Segundo o pré-candidato, a postura diplomática do governo brasileiro, que incluiu questionamentos sobre o uso do dólar, teria motivado retaliações por parte dos Estados Unidos. Zema aproveitou a ocasião para se distanciar da articulação paralela realizada pelo senador Flávio Bolsonaro nos EUA, reforçando que negociações comerciais são atribuições exclusivas do governo federal e afirmando que não foi convidado para participar das discussões sobre o tema no exterior.

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