Investigação da PF contra Márcio Canella gera crise na chapa de Flávio Bolsonaro
O ex-prefeito Márcio Canella, alvo de operação por lavagem de dinheiro, coloca em risco sua candidatura ao Senado na chapa de Flávio Bolsonaro.
Pontos principais
- Márcio Canella é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro em esquema que movimentou R$ 7,6 bilhões.
- A Operação Unha e Carne da Polícia Federal também mira o ex-secretário Marcus Amim.
- Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio Bolsonaro, foi anunciada como suplente na chapa de Canella.
- Dirigentes do PL avaliam substituir Canella na disputa ao Senado devido ao desgaste político das investigações.
- Nomes como Carlos Portinho e Carlos Jordy são cotados pelo partido para assumir a vaga na chapa.
A candidatura de Márcio Canella ao Senado pelo Rio de Janeiro enfrenta um cenário de incerteza após o ex-prefeito de Belford Roxo se tornar alvo da 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de R$ 7,6 bilhões em postos de combustíveis. A situação impacta diretamente a estratégia de Flávio Bolsonaro, que articulou a entrada de Rogéria Bolsonaro como suplente na chapa, visando consolidar alianças políticas no estado. Diante da repercussão negativa, lideranças do PL já discutem a viabilidade de manter Canella na disputa, considerando a permanência do candidato politicamente insustentável. O partido agora avalia nomes alternativos, como Carlos Portinho e Carlos Jordy, para evitar maiores prejuízos à chapa em um momento de dificuldades para o grupo político no Rio de Janeiro.
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