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Congressista republicano critica fim do TPS para haitianos

Carlos Giménez, da Flórida, alerta que deportar 350 mil haitianos é um erro grave devido à instabilidade política e social no país caribenho.

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Foto: The Guardian World
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05/07 às 17:31

Pontos principais

  • O congressista Carlos Giménez divergiu da administração Trump sobre a revogação do status de proteção temporária (TPS).
  • A medida do governo federal afeta cerca de 350 mil migrantes haitianos residentes nos Estados Unidos.
  • A Suprema Corte validou a autoridade do Executivo para encerrar proteções legais temporárias.
  • Giménez classificou o Haiti como um estado falido e pediu a reconsideração da política migratória.

O congressista republicano Carlos Giménez, representante da Flórida, manifestou oposição à decisão da administração do presidente Donald Trump de encerrar o status de proteção temporária (TPS) para cidadãos haitianos. A medida, que impacta aproximadamente 350 mil migrantes, ocorre após a Suprema Corte dos Estados Unidos confirmar que o governo possui autoridade legal para revogar tais proteções. Giménez argumentou que o retorno forçado desses indivíduos ao Haiti seria um erro estratégico e humanitário, descrevendo a nação caribenha como um estado falido incapaz de absorver a população deportada com segurança.

A divergência interna no Partido Republicano destaca o desafio da Casa Branca em equilibrar sua agenda de imigração com as preocupações de legisladores que representam distritos com grandes comunidades imigrantes. O congressista instou o governo a reconsiderar a eliminação do TPS, enfatizando que a instabilidade crônica no Haiti torna o repatriamento uma medida arriscada e potencialmente desestabilizadora para a região.

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