STF antecipa julgamento sobre eleição para governador do Rio
O ministro Edson Fachin marcou para 19 de agosto a decisão sobre o modelo de sucessão estadual no Rio de Janeiro, atualmente sob governo interino.
Pontos principais
- O Supremo Tribunal Federal decidirá se a escolha do novo governador será feita por meio de eleições diretas ou indiretas pela Alerj.
- O placar atual da votação no STF registra 4 votos favoráveis ao modelo de eleição indireta e 1 voto contrário.
- O ministro Cristiano Zanin é o único integrante da Corte que defende a realização de eleições diretas para o cargo.
- O julgamento foi retomado após o ministro Flávio Dino devolver o processo que estava sob seu pedido de vista.
- O estado é administrado interinamente pelo desembargador Ricardo Couto após o afastamento de Cláudio Castro e seu vice.
O ministro Edson Fachin antecipou para o dia 19 de agosto o julgamento no Supremo Tribunal Federal que definirá o rito de sucessão para o governo do Rio de Janeiro. A Corte analisa se o próximo mandatário deve ser escolhido por voto popular ou por eleição indireta realizada pela Assembleia Legislativa do Estado (Alerj). Atualmente, o estado é gerido pelo desembargador Ricardo Couto, que assumiu o comando após a queda de Cláudio Castro e seu vice em meio a uma crise política que atingiu a linha sucessória estadual. Com o retorno do processo após pedido de vista do ministro Flávio Dino, o STF busca pacificar a questão jurídica. O placar parcial da votação aponta 4 votos a favor da eleição indireta, enquanto o ministro Cristiano Zanin mantém posição divergente, defendendo a consulta direta às urnas como medida democrática para o preenchimento do cargo.
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