O STF adiou a decisão sobre a eleição para o governo do Rio de Janeiro, mantendo a indefinição. O governador interino, Ricardo Couto, é cobrado a atuar com plenos poderes para auditar contratos da gestão anterior.
O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou o julgamento que definirá o formato da eleição para o governo do Rio de Janeiro, prolongando a indefinição sobre se o processo será indireto, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), ou direto, por voto popular. O ministro Flávio Dino pediu vista, e o placar parcial está em 4 a 1 a favor da eleição indireta. Enquanto isso, o desembargador Ricardo Couto permanece no comando interino do Palácio Guanabara, mantendo a instabilidade institucional no estado, que se arrasta desde a renúncia de Cláudio Castro e Thiago Pampolha, e a prisão de Rodrigo Bacellar.
Paralelamente, o governador interino Ricardo Couto está sendo pressionado pelo presidente do STF, Edson Fachin, a exercer plenos poderes para auditar contratos e resolver problemas da gestão anterior de Cláudio Castro, cassado por fraude eleitoral. As cobranças incluem a necessidade de sanear a máquina pública, combater o inchaço e aumentar a transparência dos gastos, com foco em auditorias de contratos. Há um consenso político e jurídico de que Couto deve intervir na máquina deixada por Castro, em coerência com a cassação do ex-governador.
9 abr, 09:03
8 abr, 08:02
3 abr, 01:01
30 mar, 11:03
28 mar, 12:01