Polícia Civil do DF inocenta Bolsonaro em caso de arma apreendida
Investigação isenta Bolsonaro de crime em blitz, mas ministro Alexandre de Moraes avalia impacto do caso na prisão domiciliar do ex-presidente.
Pontos principais
- A Polícia Civil do DF encerrou o inquérito sobre a arma apreendida em 15 de junho, isentando Jair Bolsonaro de responsabilidade criminal.
- O segurança Estácio Leite da Silva Filho foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
- A defesa afirmou que o armamento estava sendo levado para manutenção a pedido do ex-presidente.
- O relatório foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, que analisa se o episódio fere as condições da prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro.
A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu o inquérito sobre a apreensão de uma pistola registrada em nome de Jair Bolsonaro durante uma blitz realizada em 15 de junho. As autoridades determinaram que o ex-presidente não cometeu crimes no episódio, atribuindo a responsabilidade criminal exclusivamente ao segurança Estácio Leite da Silva Filho, indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. A defesa de Bolsonaro sustentou que o objeto era transportado para manutenção após uma solicitação de reparo. O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que avalia se o incidente configura uma falta grave capaz de alterar as condições da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente. A Procuradoria-Geral da República aguardava a conclusão da investigação policial para se manifestar sobre o caso.
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