Advogados explicam ao STF que arma apreendida em blitz estava sendo levada para conserto e que não há proibição judicial para a posse pelo ex-presidente.
A defesa de Jair Bolsonaro formalizou ao Supremo Tribunal Federal (STF) esclarecimentos sobre a pistola apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal durante uma blitz. Segundo os advogados, o armamento possui registro regular e estava sendo transportado por um segurança para conserto devido a uma falha mecânica. A equipe jurídica reforçou que a peça percussora foi removida preventivamente para evitar acidentes, dado o uso de medicamentos psiquiátricos pelo ex-presidente, medida adotada sem o conhecimento direto de Bolsonaro. O documento enviado ao ministro Alexandre de Moraes ressalta que a condenação do ex-presidente na AP 2668 não impôs a proibição de posse de armas nem o cancelamento de seus registros. O motorista do veículo, que é servidor do GSI, corroborou a versão em depoimento, confirmando que a arma seria devolvida ao proprietário após o reparo técnico.
17 jun, 16:15
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