A Raízen reforça estratégia de desinvestimento de ativos de cana-de-açúcar para otimizar o caixa e reduzir dívidas após prejuízo trimestral.
A Raízen reafirmou sua estratégia de desinvestimento gradual em usinas de cana-de-açúcar, conforme detalhado pelo CEO Nelson Gomes. A decisão ocorre em um momento de pressão financeira, após a companhia reportar um prejuízo de R$ 7,3 bilhões no trimestre. O objetivo central da gestão é alcançar um patamar operacional ideal, priorizando a eficiência em vez do volume bruto, enquanto utiliza a venda de ativos para reforçar o caixa e reduzir o endividamento da organização. Até o momento, a empresa, que é uma joint venture entre Cosan e Shell, já reduziu sua capacidade de moagem em aproximadamente 20 milhões de toneladas. A expectativa é que, ao consolidar uma estrutura mais enxuta, a Raízen ganhe maior agilidade e competitividade no mercado sucroenergético, mantendo o processo de venda de forma ordenada e conforme as oportunidades de mercado.
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