Após pressão direta de Donald Trump, senadores republicanos reverteram votos e barraram medida que exigia aval do Congresso para ações militares.
O Senado dos Estados Unidos rejeitou uma resolução que visava restringir a autoridade do presidente Donald Trump para conduzir ações militares contra o Irã sem o aval prévio do Legislativo. A decisão ocorreu após uma rápida e intensa articulação política conduzida pelo próprio presidente, que pressionou parlamentares republicanos durante um encontro privado. A manobra resultou em uma reviravolta significativa, com senadores que anteriormente apoiavam a limitação de poderes alterando seus votos em menos de 24 horas. A movimentação foi coordenada por lideranças republicanas, como John Thune e John Barrasso, para evitar uma derrota política do governo. O desfecho do caso destaca a forte influência de Trump sobre a bancada republicana e reafirma a autonomia do Executivo na condução da política externa e militar em um cenário de tensões persistentes com Teerã.
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