Boletim médico aponta picos de pressão alta em Jair Bolsonaro
Ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar, apresentou instabilidade na pressão arterial e sequelas pulmonares de pneumonia recente.
Pontos principais
- Jair Bolsonaro registrou picos de pressão alta controlados por ajustes na medicação.
- O ex-presidente mantém tratamento para soluços recorrentes dentro dos limites de segurança.
- Equipe médica relatou efeitos colaterais como sonolência e instabilidade no equilíbrio.
- Exames confirmam que os pulmões ainda apresentam sequelas de uma pneumonia contraída em março.
- O relatório foi enviado ao STF como parte do acompanhamento de sua prisão domiciliar humanitária.
Um boletim médico enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) detalhou o atual estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária após condenação por tentativa de golpe de Estado. Segundo o documento, o ex-presidente apresentou picos de pressão alta durante a última semana, situação que exigiu ajustes em sua medicação. Além da instabilidade pressórica, os médicos destacaram que Bolsonaro sofre com efeitos colaterais dos fármacos, incluindo sonolência diurna e dificuldades de equilíbrio. O quadro clínico também é agravado por sequelas pulmonares decorrentes de uma pneumonia contraída em março deste ano. O tratamento para soluços recorrentes, que acompanha o ex-presidente há meses, segue mantido sob monitoramento rigoroso. A atualização médica é uma exigência do processo judicial para garantir que as condições de saúde do detento sejam acompanhadas enquanto ele cumpre a pena em regime domiciliar.
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