O presidente do Banco Central afirmou que o Pix é uma tendência global e defendeu a soberania do sistema brasileiro diante de investigações americanas.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu a legitimidade do Pix em resposta a questionamentos feitos pelos Estados Unidos sobre o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro. Segundo Galípolo, a ferramenta é um modelo de sucesso que tem sido replicado globalmente, representando uma evolução natural e inevitável do setor financeiro. O posicionamento ocorre em meio a investigações americanas que analisam possíveis impactos do Pix na competitividade internacional, levantando a possibilidade de aplicação de sobretaxas. O Banco Central brasileiro mantém a postura de defender a soberania e a eficiência da ferramenta, argumentando que o modelo brasileiro é uma referência técnica que deve ser aceita como parte da modernização dos pagamentos globais. A disputa reflete preocupações dos EUA com a influência de sistemas nacionais sobre o mercado financeiro global.
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