Galípolo defende PIX e nega rivalidade com cartões de crédito
Presidente do Banco Central afirma que o PIX ampliou a bancarização e nega competição desleal em meio a questionamentos do governo dos EUA.
Pontos principais
- Gabriel Galípolo declarou que o PIX impulsionou o uso de cartões de crédito ao integrar novos clientes ao sistema bancário.
- O presidente do BC refutou alegações de que o sistema de pagamentos instantâneos prejudique operadoras de cartão.
- O governo dos EUA, sob a gestão de Donald Trump, investiga o PIX por supostas práticas desleais de mercado.
- Empresas como Visa e Mastercard expressaram preocupações à Casa Branca sobre um possível tratamento preferencial ao sistema brasileiro.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, rebateu críticas sobre o impacto do PIX no mercado de pagamentos brasileiro. Segundo o executivo, o sistema não compete com os cartões de crédito, mas atua como um vetor de bancarização, permitindo que novos usuários acessem serviços financeiros e, consequentemente, aumentem o volume de transações via cartão. A declaração ocorre em um momento de tensão diplomática, com o governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, investigando o PIX por suspeitas de práticas desleais. A Casa Branca aponta que gigantes do setor, como Visa e Mastercard, questionam o suposto favorecimento estatal ao sistema brasileiro em detrimento de competidores estrangeiros. O Banco Central mantém a posição de que o PIX é uma ferramenta de inclusão financeira essencial para a economia nacional.
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