A Procuradoria-Geral Eleitoral contesta a censura imposta por Kassio Nunes Marques a um levantamento da Atlas/Bloomberg sobre o senador.
A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) posicionou-se formalmente contra a decisão monocrática do ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que censurou a divulgação de uma pesquisa Atlas/Bloomberg sobre as intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro. O levantamento registrou uma queda na popularidade do parlamentar após a repercussão política do episódio 'Dark Horse'. Segundo o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, a intervenção da Justiça em pesquisas de opinião pública deve ser mínima e excepcional, argumentando que não houve comprovação de manipulação ou falhas metodológicas graves que justificassem a medida. O caso, que levanta debates sobre os limites da atuação judicial, aguarda agora a definição do plenário do TSE, após a análise ter sido interrompida por um pedido de vista da ministra Estela Aranha.
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