Fiesp critica MP do frete mínimo e alerta para alta de preços
A Fiesp manifestou oposição à MP 1.343/2026, argumentando que o piso para o frete elevará custos logísticos e encarecerá produtos ao consumidor.
Pontos principais
- A Fiesp emitiu nota formal contra a Medida Provisória 1.343/2026.
- A entidade afirma que a fixação de um piso para o frete prejudica a competitividade da indústria.
- O repasse dos custos adicionais aos preços finais é apontado como inevitável pelo setor.
- A indústria defende a manutenção da livre negociação de preços no transporte de cargas.
- O texto da MP está sob análise no Senado Federal.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) posicionou-se formalmente contra a Medida Provisória 1.343/2026, que estabelece um piso para o frete rodoviário no país. Segundo a entidade, a intervenção estatal na precificação do transporte de cargas eleva os custos logísticos para o setor industrial, comprometendo a competitividade das empresas. A federação sustenta que a medida ignora a dinâmica de mercado e defende que os valores devem ser definidos pela livre negociação entre as partes.
O principal alerta da Fiesp é que o encarecimento do transporte será inevitavelmente repassado ao preço final dos produtos, impactando diretamente o consumidor. Atualmente, a proposta tramita no Senado Federal, onde enfrenta resistência de diversos setores produtivos que temem pressões inflacionárias. A discussão coloca em xeque o modelo de regulação do setor de transportes, equilibrando as demandas dos caminhoneiros com os custos operacionais da indústria nacional.
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