O banco prevê alta nos juros de curto prazo após o Copom adotar postura cautelosa e remover referências sobre o ritmo de cortes na política monetária.
O Morgan Stanley elevou suas projeções para a curva de juros de curto prazo no Brasil, prevendo que as taxas alcancem 15% ao ano. A revisão reflete a postura mais cautelosa do Comitê de Política Monetária (Copom), que removeu de seu comunicado as sinalizações sobre o ritmo de cortes na taxa Selic. Segundo o banco, a Selic deve permanecer estável até o final de 2026, quando é esperada uma retomada gradual dos cortes, levando a taxa a 14% ao ano, com projeção de 11,50% para 2027. A cautela é reforçada pela revisão da inflação para 3,7% no final de 2027, superando a meta oficial de 3%. Analistas do Morgan Stanley destacam que a trajetória dos juros de longo prazo dependerá diretamente de sinais de maior disciplina fiscal no cenário doméstico, essencial para ancorar as expectativas do mercado.
17 jun, 19:15
15 jun, 09:02
29 abr, 19:09
27 abr, 06:07
18 mar, 19:01
Carregando comentários...