O Brasil manteve a segunda posição no ranking global de países com os maiores juros reais, mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) ter efetuado um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, pela segunda vez consecutiva. A taxa agora se encontra em 14,50% ao ano, resultando em um juro real de 9,33%. Os juros reais, que consideram o desconto da inflação, são um indicador importante da atratividade de investimentos e do custo do crédito na economia.
Apesar da recente redução, o país continua com um dos juros reais mais elevados do mundo, sendo superado apenas pela Rússia, que lidera o ranking com 9,67%. O México ocupa a terceira posição com 5,09%, seguido pela África do Sul. A taxa de juros real brasileira diminuiu em relação a março devido a uma inflação mais elevada. Em termos de juros nominais, o Brasil mantém a quarta posição global, empatado com a Rússia, e atrás de países como Turquia e Argentina.
A dinâmica global de inflação, influenciada por eventos como a guerra entre Estados Unidos e Irã e seus impactos nos preços, reconfigurou as projeções e o ranking de juros, levando à cautela das autoridades monetárias. A maioria dos países (84,15%) manteve suas taxas de juros, enquanto apenas 10,98% realizaram cortes.
InfoMoney • 29 abr, 18:38
Folha de São Paulo - Mercado • 29 abr, 18:35
G1 - Economia • 29 abr, 18:34
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