O Comitê de Política Monetária (Copom) enfrenta um cenário complexo para definir a taxa de juros, com a inflação pressionada e a atividade econômica desacelerando. Apesar do aumento das expectativas de inflação, impulsionado pelo choque do petróleo e conflitos no Oriente Médio, a maioria dos economistas prevê um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, de 14,75% para 14,50%.
Instituições como Bank of America e Planner Investimentos destacam a piora da inflação devido ao aumento do preço do petróleo, impulsionado pelo conflito entre EUA e Irã, que já se refletiu no IPCA de março. No entanto, economistas como Rodolfo Margato e Rodolpho Sartori argumentam que manter a Selic alta seria ineficiente para conter um choque inflacionário exógeno e prejudicaria a atividade econômica, buscando evitar o estrangulamento da economia.
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