Texto segue para o Senado e autoriza procuradores federais a exercerem advocacia privada, desde que não envolvam interesses da União.
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 5531/16, que autoriza procuradores federais, membros da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Banco Central a exercerem a advocacia privada paralelamente aos seus cargos públicos. A proposta, aprovada em caráter conclusivo, segue agora para análise do Senado Federal. Embora o texto proíba a atuação em processos que envolvam a União, autarquias ou empresas públicas federais, a medida enfrenta resistência de especialistas e entidades da sociedade civil. Críticos apontam que a permissão pode comprometer a dedicação exclusiva ao interesse público e gerar um efeito cascata em outras esferas do funcionalismo. O debate ganha relevância em um cenário onde parte da categoria já supera o teto constitucional devido ao recebimento de honorários de sucumbência, levantando questionamentos sobre a equidade e a ética no serviço público.
17 jun, 13:06
16 jun, 20:04
2 jun, 06:33
7 mai, 00:04
23 abr, 14:03
Carregando comentários...