Tabata Amaral busca consenso no Congresso ao incluir ressalva que protege manifestações religiosas de enquadramentos legais no projeto.
A deputada Tabata Amaral, relatora do Projeto de Lei da Misoginia, anunciou uma alteração no texto original para incluir uma exceção específica voltada a discursos de cunho religioso. A medida visa garantir que manifestações baseadas em crenças não sejam enquadradas nas novas regras previstas pelo projeto, respondendo a preocupações levantadas por parlamentares da direita. A estratégia de Amaral é vista como um movimento pragmático para destravar a tramitação da proposta, que tem sido alvo de intensos debates no Congresso sobre os limites da liberdade de expressão. Ao buscar esse consenso, a relatora tenta mitigar as resistências políticas que impediam o avanço da pauta, garantindo que o texto final tenha maior viabilidade de aprovação sem comprometer o objetivo central de combate à misoginia.
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