Seleção iraniana enfrenta desafios diplomáticos e logísticos em sua estreia no Mundial, marcada por restrições de vistos e ameaças de boicote.
A seleção do Irã inicia sua trajetória na Copa do Mundo em um cenário de alta instabilidade política e logística. A participação da equipe no torneio esteve sob risco devido às tensões diplomáticas com os Estados Unidos e Israel, culminando na negação de vistos para membros da comissão técnica, o que obrigou a delegação a estabelecer sua base em Tijuana, no México. Além dos entraves operacionais, o time lida com protestos de opositores ao regime iraniano em solo americano. Em resposta, o governo do Irã emitiu um alerta formal, ameaçando retirar os atletas de campo caso ocorram manifestações políticas ou a exibição de bandeiras pré-revolucionárias durante as partidas. Apesar do ambiente conturbado, a equipe entra em campo como favorita contra a Nova Zelândia, focada em alcançar uma classificação inédita para a fase de mata-mata da competição.
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