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Participação do Irã na Copa do Mundo é marcada por protestos e tensões

A seleção iraniana enfrenta protestos políticos e restrições logísticas severas impostas pelos EUA durante a Copa do Mundo de 2026.

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Foto: G1 Mundo
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16/06 às 23:15 · atualizado 17/06 às 00:31

Pontos principais

  • Torcedores protestaram contra o regime iraniano com vaias ao hino e exibição de bandeiras pré-1979.
  • O governo dos EUA impôs restrições logísticas, obrigando a delegação a se hospedar no México e entrar no país apenas 36 horas antes dos jogos.
  • A cota de ingressos da federação iraniana foi revogada, dificultando a presença de torcedores nos estádios.
  • Membros da delegação foram interrogados por autoridades norte-americanas, gerando críticas do técnico Amir Ghalenoei sobre o tratamento recebido.

A participação da seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026 tornou-se um palco de tensões políticas e desafios logísticos. Além dos protestos de torcedores, que vaiaram o hino nacional e exibiram bandeiras pré-1979, a equipe enfrenta restrições severas impostas pelo governo dos EUA. A delegação foi obrigada a se hospedar no México, entrando em território norte-americano apenas 36 horas antes das partidas, enquanto a cota de ingressos da federação foi revogada. O técnico Amir Ghalenoei classificou o tratamento como uma injustiça, enquanto o capitão Mehdi Taremi criticou o foco da imprensa em questões geopolíticas. O cenário reflete a complexa relação diplomática entre Teerã e Washington, que tem impactado diretamente a logística, a segurança e a experiência dos envolvidos no evento esportivo.

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