Políticas migratórias rigorosas dos EUA barram jogadores, árbitros e torcedores, gerando desafios logísticos e diplomáticos para a Copa do Mundo.
A Copa do Mundo de 2026 enfrenta uma crise logística e diplomática devido à aplicação das rigorosas políticas migratórias dos Estados Unidos. Diferente de edições anteriores, a FIFA não implementou um sistema de vistos facilitado para o torneio, deixando o controle de fronteiras sob as regras padrão do governo americano. Essa decisão tem resultado na negação de vistos e na retenção de atletas, árbitros e torcedores de diversas nações, com impactos mais severos para países como Irã, Haiti, Costa do Marfim e Senegal. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, classificou a situação como lamentável, reforçando que as barreiras burocráticas comprometem o princípio de acesso universal ao esporte. A incerteza sobre a entrada de delegações e o cancelamento de autorizações de viagem de torcedores elevam a pressão sobre a organização para buscar soluções diplomáticas que garantam a integridade esportiva do evento.
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