A Copa do Mundo de 2026, projetada para ser a mais lucrativa, enfrenta aumento de custos, tensões geopolíticas e restrições imigratórias que podem reduzir o público internacional e o impacto econômico.
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada na América do Norte, enfrenta desafios significativos que podem comprometer sua projeção inicial de ser a mais lucrativa da história. Embora esperasse gerar um impacto econômico de US$ 30,5 bilhões nos EUA, o evento agora lida com o aumento dos custos operacionais e logísticos, impulsionados por choques geopolíticos como o ataque dos EUA ao Irã, que elevam os preços do petróleo e, consequentemente, os gastos com transporte.
Além disso, as políticas imigratórias dos EUA, que incluem proibições de viagem, aumento de taxas de visto e a exigência de cauções de até US$ 15.000 para alguns países, criam barreiras para torcedores internacionais. Apesar de dados de aluguel de curto prazo indicarem otimismo em algumas cidades-sede, hotéis reportam reservas abaixo do esperado, e cidades como Nova York preveem possíveis prejuízos devido a altos custos operacionais, como policiamento. O turismo doméstico pode compensar parte da ausência internacional, mas o evento enfrentará mais dificuldades para atrair visitantes de outros países.
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