Decisão judicial determinou a retirada do nome do presidente do centro cultural, reafirmando que a alteração exige autorização do Congresso.
O nome do presidente Donald Trump foi retirado da fachada do Kennedy Center, em Washington, na madrugada do último sábado, em cumprimento a uma ordem judicial. A decisão encerra uma disputa sobre a legitimidade da renomeação da instituição, que havia sido aprovada em dezembro pelo conselho diretor do centro cultural, presidido pelo próprio Trump. O tribunal concluiu que a alteração do nome de um memorial nacional exige autorização expressa do Congresso americano, invalidando a decisão administrativa anterior. O Departamento de Justiça tentou postergar a remoção citando riscos de segurança devido a condições climáticas, mas o pedido foi rejeitado pelos magistrados. O episódio integra um esforço mais amplo da gestão Trump para alterar a nomenclatura de monumentos e espaços simbólicos na capital americana, reacendendo debates sobre a preservação histórica e os limites da autoridade executiva sobre instituições culturais.
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