Kennedy Center recorre de ordem judicial para remover nome de Trump
O conselho do Kennedy Center busca suspender a ordem judicial que exige a retirada do nome de Donald Trump da fachada do centro cultural até sexta-feira.
Pontos principais
- O conselho de curadores votou pela apelação contra a decisão do juiz Christopher Cooper.
- A ordem judicial de 29 de maio declarou que a renomeação do espaço foi ilegal.
- O prazo final para a remoção do nome da fachada expira nesta sexta-feira.
- A instituição já iniciou a retirada do nome de seus canais digitais para cumprir a determinação.
- A ação judicial foi movida pela deputada Joyce Beatty, questionando a legalidade da homenagem.
O conselho de curadores do Kennedy Center, em Washington, D.C., intensificou seus esforços jurídicos para manter o nome do presidente Donald Trump na fachada da instituição. Após a decisão do juiz federal Christopher Cooper, que em 29 de maio declarou a renomeação ilegal, o conselho busca agora uma liminar para suspender a ordem de remoção, cujo prazo final expira nesta sexta-feira. A disputa, iniciada pela deputada Joyce Beatty, questiona se o conselho excedeu seus limites estatutários ao homenagear o mandatário.
Embora a instituição tenha começado a remover o nome de Trump de seus canais digitais para cumprir a determinação imediata, a manobra jurídica é vista como uma tentativa de última hora para reverter a sentença. O caso permanece como um ponto de tensão sobre a autonomia administrativa de instituições culturais e a legalidade da nomeação de espaços públicos em homenagem a figuras políticas.
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