Presidente da FIFA justifica valores dos ingressos para 2026 enquanto enfrenta investigações estaduais e polêmica sobre segurança nos Estados Unidos.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, defendeu a política de preços para a Copa do Mundo de 2026, argumentando que os valores estão alinhados aos padrões do mercado esportivo norte-americano. Para mitigar as críticas sobre a elitização do evento, a entidade disponibilizou 130 mil ingressos com valores reduzidos. A estratégia, contudo, ocorre em meio a uma investigação conduzida por procuradores-gerais de quatro estados americanos sobre a precificação da organização. Paralelamente, a FIFA classificou como lamentável o caso do árbitro somali Omar Artan, que teve sua entrada negada nos Estados Unidos devido a supostas conexões com organizações terroristas. O torneio, que contará com a presença confirmada do presidente Donald Trump, enfrenta desafios logísticos e diplomáticos enquanto se prepara para a edição que será sediada em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá.
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