O L'Équipe retratou Gianni Infantino como fantoche de Donald Trump após restrições de entrada afetarem profissionais da Copa do Mundo.
A gestão da Fifa durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos tornou-se alvo de críticas severas após o jornal francês L'Équipe publicar uma capa retratando o presidente da entidade, Gianni Infantino, como um fantoche do presidente Donald Trump. A publicação destaca o impacto negativo das rígidas políticas migratórias americanas sobre atletas, árbitros e profissionais que deveriam atuar no evento. Entre os casos mais graves, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi detido por 11 horas e impedido de entrar no país, enquanto o atacante iraquiano Aymen Hussein enfrentou uma retenção de sete horas na imigração. Além disso, um fotógrafo da delegação do Iraque teve seu visto negado e foi deportado. Embora as autoridades americanas tenham flexibilizado as regras para a seleção do Irã devido à pressão internacional, o episódio levanta questionamentos sobre a autonomia da Fifa e a viabilidade de sediar competições globais sob restrições migratórias rigorosas.
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