Pesquisa da CNI aponta que remuneração e crescimento profissional são prioridades para trabalhadores, deixando o trabalho remoto em quinto lugar.
Uma pesquisa recente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que o home office não é a principal demanda dos trabalhadores brasileiros na atualidade. Enquanto o debate sobre modelos de trabalho híbrido ou remoto ganhou força nos últimos anos, fatores tradicionais como salário, estabilidade e oportunidades de crescimento profissional permanecem como os pilares mais valorizados na escolha de uma vaga. O trabalho remoto ocupa apenas a quinta posição entre as preferências, sendo citado por 15,9% dos entrevistados. O levantamento também destaca um desafio estrutural no mercado de trabalho: a lacuna de competências digitais, visto que menos da metade dos profissionais domina tecnologias avançadas como inteligência artificial. Esse cenário, somado à incerteza de 43% dos trabalhadores sobre o futuro de suas carreiras, evidencia que a busca por segurança financeira e desenvolvimento prático ainda prevalece sobre a flexibilidade geográfica.
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