Uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Locomotiva com 8.881 jovens brasileiros, entre 14 e 24 anos, revela uma mudança significativa nas prioridades do mercado de trabalho. O estudo indica que, para a maioria dos entrevistados, o crescimento profissional é o fator determinante na escolha de uma empresa, superando o salário e os benefícios. Além da progressão na carreira, a cultura organizacional e o bem-estar ocupam posições de destaque, com quase a totalidade dos jovens exigindo que as companhias valorizem a saúde mental dos colaboradores. A relevância dos valores pessoais também é um ponto crítico, já que a maioria dos jovens afirma que não aceitaria trabalhar em organizações cujos princípios divirjam dos seus. Esses dados sugerem que as empresas precisam adaptar suas estratégias de retenção de talentos para atender a uma geração que prioriza o propósito e o equilíbrio emocional em detrimento de ganhos financeiros imediatos.
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