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Pai de Henry Borel recorre contra perdão judicial de Monique Medeiros

Leniel Borel e o Ministério Público contestam a decisão que absolveu Monique Medeiros da acusação de homicídio no caso da morte de seu filho.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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08/06 às 21:00

Pontos principais

  • Leniel Borel contesta o perdão judicial concedido à ex-companheira pela juíza Elizabeth Louro.
  • A defesa aponta contradição na desclassificação do crime de homicídio doloso para culposo e tortura.
  • O Ministério Público também recorreu da decisão, buscando a condenação por homicídio doloso.
  • A defesa de Dr. Jairinho, condenado a 43 anos, recorreu alegando parcialidade da magistrada.
  • A defesa de Monique Medeiros defende a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.

O caso da morte do menino Henry Borel, ocorrida em 2021, segue em fase de recursos judiciais. Leniel Borel, pai da criança, protocolou um pedido de anulação do julgamento que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros. A contestação baseia-se em uma suposta contradição interna no veredicto dos jurados, que optaram por desclassificar a acusação de homicídio doloso para homicídio culposo e tortura. O Ministério Público do Rio de Janeiro também recorreu da sentença, mantendo a tese de que a mãe deve ser condenada por homicídio doloso. Paralelamente, a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, que recebeu uma pena de 43 anos de prisão, solicitou a anulação do processo sob o argumento de parcialidade da juíza Elizabeth Louro. A defesa de Monique Medeiros sustenta a legalidade do processo e a soberania das decisões tomadas pelo Tribunal do Júri.

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