Ibovespa recua 0,32% pressionado por inflação e cautela externa
O índice encerrou em queda com a persistência da inflação no Brasil e a aversão ao risco global, que impactou ações de commodities.
Pontos principais
- O Ibovespa fechou aos 168.471 pontos, refletindo a saída de capital estrangeiro e cautela com o cenário macroeconômico.
- Expectativas de inflação persistente no boletim Focus levam o mercado a revisar apostas sobre o ciclo de juros do Banco Central.
- Ações de mineradoras e siderúrgicas, como Vale, Usiminas e CSN, recuaram devido a preocupações com a demanda chinesa.
- A Cyrela registrou alta após anunciar programa de recompra de ações, enquanto WEG e Raízen mantiveram desempenho positivo no pregão.
- O mercado segue monitorando tensões geopolíticas e o impacto dos juros altos no Brasil frente ao aperto monetário nos EUA.
O Ibovespa encerrou o pregão com queda de 0,32%, atingindo 168.471 pontos, pressionado pela combinação de inflação persistente no Brasil e aversão ao risco no cenário global. O boletim Focus indicou que as expectativas inflacionárias permanecem elevadas, levando investidores a precificar mudanças no ciclo de cortes de juros pelo Banco Central. A aversão ao risco também afetou o setor de commodities, com Vale, Usiminas e CSN recuando diante de incertezas sobre o crescimento global e a demanda chinesa. Apesar do tom negativo, houve destaques corporativos positivos, como a Cyrela, que subiu após anunciar um programa de recompra de ações, além da WEG e Raízen, que mantiveram ganhos. O mercado segue atento à saída de capital estrangeiro e ao impacto dos juros altos locais frente ao aperto monetário nos Estados Unidos.
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