O Ibovespa aprofundou sua trajetória negativa, consolidando sua oitava semana consecutiva de perdas ao encerrar o pregão aos 176.075 pontos. O desempenho reflete um cenário de aversão ao risco intensificado pela combinação de incertezas fiscais domésticas, incluindo novos bloqueios orçamentários e reações do mercado a estímulos ao crédito, e a cautela com a política monetária americana. A ata do Federal Reserve trouxe preocupações adicionais sobre a inflação nos Estados Unidos, sinalizando a possibilidade de novas altas de juros, o que contrasta com o otimismo observado em outras bolsas globais.
Além dos fatores macroeconômicos, a instabilidade é alimentada pela proximidade do calendário eleitoral brasileiro e pelas tensões geopolíticas envolvendo as negociações nucleares entre Estados Unidos e Irã. A saída contínua de capital estrangeiro permanece como um dos principais vetores de pressão vendedora, mantendo o índice em um ciclo de desvalorização prolongado. O mercado segue monitorando a transição na presidência do Federal Reserve com a nomeação de Kevin Warsh, enquanto busca sinais de estabilização em meio ao cenário de incerteza política e econômica.
Times Brasil • 22 mai, 17:29
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