Nike, Adidas e Puma dominam o patrocínio das seleções para 2026, enquanto atletas buscam maior controle sobre suas marcas pessoais.
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 intensificou a competição entre as maiores fabricantes de material esportivo do mundo. Nike, Adidas e Puma detêm atualmente 77% do mercado de patrocínio das seleções participantes, consolidando uma disputa bilionária por visibilidade global. Embora a Adidas mantenha a liderança em número de equipes, o cenário tem passado por mudanças estratégicas, como a histórica transição da seleção alemã para a Nike e o crescimento expressivo da Puma no continente africano. No Brasil, a Nike garantiu a continuidade de sua parceria com a CBF até 2038, em um acordo avaliado em 100 milhões de dólares. Paralelamente, o mercado observa uma mudança de comportamento dos atletas, que passam a registrar marcas próprias para explorar comercialmente a própria imagem, reduzindo a dependência exclusiva dos contratos de fornecedores de material esportivo.
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