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Copa do Mundo de 2026 acirra disputa comercial entre gigantes do esporte

Nike, Adidas e Puma dominam o patrocínio das seleções para 2026, enquanto atletas buscam maior controle sobre suas marcas pessoais.

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Foto: G1 - Economia
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07/06 às 04:45

Pontos principais

  • Nike, Adidas e Puma fornecem material esportivo para 77% das seleções classificadas para a Copa de 2026.
  • A Adidas lidera em volume de seleções, mas perdeu o contrato histórico com a Alemanha para a Nike.
  • A Puma ampliou sua presença no mercado africano, passando de 6 para 11 seleções patrocinadas.
  • A CBF renovou seu contrato com a Nike até 2038, com valores estimados em 100 milhões de dólares.
  • Jogadores de elite, como Mbappé e Lamine Yamal, investem no registro de marcas próprias para gerir a exploração de imagem.

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 intensificou a competição entre as maiores fabricantes de material esportivo do mundo. Nike, Adidas e Puma detêm atualmente 77% do mercado de patrocínio das seleções participantes, consolidando uma disputa bilionária por visibilidade global. Embora a Adidas mantenha a liderança em número de equipes, o cenário tem passado por mudanças estratégicas, como a histórica transição da seleção alemã para a Nike e o crescimento expressivo da Puma no continente africano. No Brasil, a Nike garantiu a continuidade de sua parceria com a CBF até 2038, em um acordo avaliado em 100 milhões de dólares. Paralelamente, o mercado observa uma mudança de comportamento dos atletas, que passam a registrar marcas próprias para explorar comercialmente a própria imagem, reduzindo a dependência exclusiva dos contratos de fornecedores de material esportivo.

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