Fornecedores alternativos ocupam 23% das seleções no Mundial de 2026, quebrando a hegemonia histórica das gigantes do setor esportivo.
A Copa do Mundo de 2026 registra uma mudança no cenário de fornecimento de material esportivo, com um aumento na diversidade de marcas presentes. Embora o mercado continue dominado pelo 'Big 3' — Adidas, Nike e Puma, que vestem 77% das seleções —, a fatia ocupada por fabricantes menores cresceu para 23%, ante os 18% observados na edição de 2022. O movimento inclui o retorno da Reebok após quase três décadas e a entrada de estreantes como Capelli Sport e Saeta. A Kelme se destaca entre as menores por ser a única a equipar mais de uma equipe. Paralelamente à diversificação comercial, a Fifa mantém rigor com as diretrizes de vestimenta, tendo vetado o uniforme do Haiti por conter referências ao líder revolucionário Toussaint Louverture, interpretadas pela entidade como uma declaração política.
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