Marcas esportivas apostam em estratégias de lifestyle e nostalgia para dominar o mercado global durante o próximo ciclo da Copa do Mundo.
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 reaqueceu a histórica rivalidade entre Nike e Adidas, que buscam expandir sua influência para além do desempenho esportivo. Enquanto a Adidas investe em uma estética nostálgica e colaborações com o setor de moda, a Nike tenta retomar protagonismo com grandes campanhas e a conquista de contratos estratégicos, como o fornecimento de uniformes para a seleção alemã. Essa movimentação ocorre em um cenário de mercado mais competitivo, marcado pela ascensão de marcas focadas em performance, como Hoka e On Holding. Para manter a relevância, as gigantes esportivas têm priorizado a integração entre esporte e lifestyle, utilizando o marketing de emboscada para capturar o interesse dos consumidores. Contudo, o elevado custo para associar marcas ao evento da FIFA impõe desafios financeiros, forçando as empresas a equilibrar seus orçamentos de marketing com outras prioridades estratégicas.
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