Levantamento aponta que Nike e Adidas detêm a maioria dos contratos de fornecimento de material esportivo dos jogadores convocados para a Copa 2026.
Um levantamento realizado pela Máquina do Esporte revelou a configuração do mercado de patrocínios individuais entre os jogadores convocados para a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. Nike e Adidas consolidaram sua hegemonia no setor, dominando a maior parte do elenco com estratégias focadas em volume de exposição e presença de marca. Enquanto a Nike mantém uma conexão histórica com a CBF, a Adidas segue como a segunda força predominante entre os atletas. O cenário competitivo também destaca abordagens distintas de marcas menores, como a Puma, que concentra seus investimentos em figuras de alto impacto comercial como Neymar, e a New Balance, que aposta na exclusividade ao eleger o jovem Endrick como seu principal rosto no futebol. Essas movimentações refletem a importância estratégica de associar marcas globais a talentos individuais para maximizar o alcance durante o torneio.
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