PF e PGR descartam suspeitas contra autoridades com foro privilegiado, mas inquérito segue no Supremo devido a outros desdobramentos.
A investigação que apura um esquema de venda de sentenças judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sofreu um esvaziamento significativo. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) avaliaram que os elementos coletados até o momento não são suficientes para sustentar as suspeitas contra diversas autoridades que possuem foro privilegiado. Com isso, a linha de apuração focada nesses agentes perdeu força dentro do inquérito principal.
Mesmo com a exclusão de parte dos alvos, o processo continua tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão de manter o caso na corte superior justifica-se pela existência de suspeitas remanescentes que ainda recaem sobre outras autoridades. O caso é considerado sensível por tocar na integridade do sistema judiciário, e a continuidade das investigações busca esclarecer a extensão do esquema de corrupção e a responsabilidade dos envolvidos que ainda permanecem sob análise.
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