A Polícia Federal formalizou a rejeição da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, por considerar o conteúdo apresentado insuficiente em termos de consistência. A decisão interrompe as tratativas diretas com a autoridade policial, mas não encerra as possibilidades para o empresário. A defesa de Vorcaro segue em negociações com a Procuradoria-Geral da República (PGR), que detém a prerrogativa de analisar o acordo de forma independente. Caso a PGR aceite os termos, o documento ainda dependerá de homologação pelo ministro do STF, André Mendonça, para ter validade jurídica.
Paralelamente, o banqueiro permanece sob custódia na sede da Polícia Federal em Brasília. Vorcaro foi transferido de uma sala de Estado-maior — local que abrigou o ex-presidente Jair Bolsonaro entre 2025 e 2026 — para uma cela comum. A manutenção da prisão e a continuidade das negociações com o Ministério Público Federal definem o atual cenário do caso, com a possibilidade de que a situação prisional do empresário seja reavaliada caso as tentativas de colaboração fracassem definitivamente.
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