Autoridades chinesas intensificaram a vigilância e proibiram parentes de visitar vítimas do massacre da Praça da Paz Celestial no 37º aniversário.
As autoridades chinesas reforçaram as restrições de segurança ao impedir que familiares das vítimas do massacre da Praça da Paz Celestial visitem os túmulos de seus entes queridos. O 37º aniversário do evento, ocorrido em 1989, é tratado pelo governo como um tema de extrema sensibilidade política, resultando em uma vigilância ostensiva sobre ativistas e parentes. Esta ação faz parte de um esforço contínuo de Pequim para suprimir qualquer menção pública ao episódio e apagar a memória histórica do massacre. Ao proibir visitas aos cemitérios, o Estado busca evitar manifestações e manter o controle absoluto sobre a narrativa oficial, consolidando uma política de silenciamento que perdura por mais de três décadas.
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