Um tribunal de Hong Kong finalizou as alegações finais no julgamento de dois ex-organizadores das tradicionais vigílias que homenageavam as vítimas do massacre da Praça da Paz Celestial, ocorrido em 1989. O processo, fundamentado nas leis de segurança nacional implementadas na região, é acompanhado de perto por observadores internacionais, sendo visto como um teste decisivo para os limites da liberdade de expressão e de reunião sob o atual regime jurídico local. A expectativa do judiciário é que a sentença seja proferida em julho. A realização dessas vigílias, que durante décadas foram um símbolo da memória política em Hong Kong, tornou-se alvo de restrições severas nos últimos anos, refletindo a mudança no cenário político e a aplicação mais rigorosa das normas de segurança nacional pelas autoridades.
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